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Meirelles garante que meta fiscal será cumprida


Publicado em: 24/03/2017
 
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BRASÍLIA – O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reiterou ontem que, conforme anunciado anteriormente, o governo precisará de um aumento de receitas somado a um corte de despesas este ano que chegue a R$ 58,2 bilhões. Esse foi o tamanho do rombo no Orçamento divulgado na quarta, ainda sem as medidas de contingenciamento ou aumento de tributos, que devem ser anunciadas na semana que vem.

“Queremos dar a certeza a todos de que a meta fiscal de 2017 será cumprida”, disse o ministro, após participar de cerimônia no Palácio do Planalto de lançamento do novo processo de exportações.

Meirelles repetiu que o governo ainda trabalha com algumas hipóteses sobre qual será a melhor estimativa para arrecadação federal neste ano e citou que “há um coincidência de datas” sobre decisões judiciais que podem reforçar a arrecadação neste ano. Na quarta, Meirelles falou em R$ 10 bilhões em processos envolvendo usinas hidrelétricas que podem ser liberadas para privatização e mais R$ 6 ou 8 bilhões em processos sobre precatórios.

“Precisamos ter a segurança de que podemos registrar essas receitas. Não será necessário esperar a decisão final desses processos na Justiça, mas esperamos pareceres jurídicos de que as próximas decisões de usinas serão iguais a de quarta-feira. O parecer jurídico nos dará a segurança para incluirmos as receitas nas nossas previsões”, disse. Na quarta, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a liminar da Cemig que impedia o leilão da Usina de Jaguara.

O ministro voltou a prometer que a decisão do governo sobre corte de despesas e aumento de impostos ocorrerá na próxima terça-feira, dia 28. “Estamos fazendo o máximo possível para evitar o aumento de tributos. Não anunciamos o aumento de impostos ontem (quarta), precipitadamente, porque ainda esperamos esse parecer sobre as receitas”, afirmou Meirelles.

Ele ainda argumentou que o processo de contingenciamento está sendo feito com transparência. “Vamos fechar no Orçamento o que será alvo de contingenciamento e as coisas estão sendo feitas dentro da transparência. Queremos deixar claro que não haverá mudança da meta”, completou.

“Super corte”. Em valores absolutos, o contingenciamento provisório de R$ 58 bilhões seria o segundo maior da história. O corte ficaria bem acima do bloqueio inicial de recursos do ano passado – de R$ 23,4 bilhões –, mas ficaria abaixo do valor bloqueado em 2015 (que totalizou R$ 69,9 bilhões, recorde para esse tipo de medida).

No caso do ano passado, os R$ 23,4 bilhões contingenciados inicialmente, porém, não foram suficientes. Posteriormente, em março de 2016, foram bloqueados mais R$ 21,2 bilhões – ainda na gestão Dilma Rousseff. Após o impeachment, com a mudança na meta fiscal, os valores represados puderam ser liberados normalmente.

A previsão para este ano é de queda de R$ 55,34 bilhões nas receitas e aumento de R$ 3,4 bilhões nas despesas. O governo também afirma que as previsões de arrecadação com concessões e venda de ativos, as chamadas receitas extraordinárias, estão realistas.

O Tempo/Liberdade FM – Foto – Divulgação




Polícia efetua novas prisões relacionadas a ataque em Londres


Publicado em: 24/03/2017
 
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LONDRES – A polícia britânica informou nesta sexta-feira (24) que efetuou mais duas prisões “significativas” ligadas ao ataque terrorista lançado em Londres na quarta-feira (22), o mais grave ocorrido na capital inglesa em mais de uma década.

Segundo a polícia, o nome de registro de Khalid Masood, o homem de 52 anos responsável pelo ataque nas cercanias do Parlamento britânico, era Adrian Russell Ajao.

Mark Rowley, principal autoridade de combate ao terrorismo do Reino Unido, declarou em entrevista coletiva que não há evidência de novas ameaças, mas ressaltou que investigadores ainda estão tentando determinar se o agressor tinha cúmplices.

“Nossa determinação é entender se ele agiu totalmente sozinho, inspirado talvez por propaganda terrorista, ou se outras pessoas o ajudaram”, disse Rowley.

Nove pessoas estão agora sob custódia, e uma mulher foi libertada mediante pagamento de fiança, segundo Rowley.

Na quarta-feira, Masood atropelou pedestres na ponte de Westminster antes de bater o carro perto das grades do Parlamento e esfaquear um policial. Quatro pessoas foram mortas no ataque e pelo menos outras 50 ficaram feridas. O agressor foi abatido a tiros por policiais.

Duas pessoas continuam hospitalizadas em estado grave. Nessa quinta-feira (23), o Estado Islâmico reivindicou a autoria do atentado, que seria uma resposta a ataques de uma coalizão liderada pelos EUA contra o grupo extremista.

O Tempo/Liberdade FM – Foto – Divulgação




Houve compra de apoio e Dilma sabia de caixa 2, dizem delatores


Publicado em: 24/03/2017
 
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BRASÍLIA – O executivo Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira e herdeiro do grupo, afirmou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em depoimento no dia 1º de março, que a ex-presidente Dilma Rousseff sabia dos pagamentos de caixa 2 à campanha eleitoral de 2014.

Ele ainda afirmou que jamais recebeu pedido “específico” do presidente Michel Temer (PMDB) e apontou os ex-ministros petistas Guido Mantega e Antonio Palocci como interlocutores dos repasses de caixa dois ao PT.

Parte do depoimento foi revelada ontem pelo site “O Antagonista”. A reportagem teve acesso ao documento na íntegra.

Segundo Marcelo, parte do caixa dois da campanha em 2014 foi pago por meio do marqueteiro João Santana. Foi quando o ministro Herman Benjamin, relator do processo de cassação da chapa, perguntou se ele já havia conversado com Dilma sobre as dívidas com o PT.

“Não. Veja bem, Dilma sabia da dimensão da nossa doação e sabia que nós éramos quem fazia grande parte dos pagamento via caixa dois para o João Santana. Isso ela sabia”, respondeu.

“O senhor chegou a conversar com ela?”, indagou o relator. “Não cheguei, ela sabia pelo nosso amigo”, respondeu, sem citar quem seria o “amigo”.

“A sua impressão está clara. O senhor acha que ela sabia”, questionou o ministro do TSE.
“Sim”, disse Marcelo.

“Ela nunca me disse que sabia que era caixa dois, mas é natural, ela sabia que toda aquela dimensão de pagamentos não estava na prestação do partido”, ressaltou o executivo.

Presidente. Marcelo isentou o presidente Michel Temer da negociação de uma doação de R$ 10 milhões da Odebrecht para o PMDB. “Nunca houve um pedido para mim, específico, do Temer”, afirmou.

Segundo ele, no jantar ocorrido no Palácio do Jaburu naquele ano, Temer não tratou de valores. Participaram do encontro, além dele e de Temer, Cláudio Melo Filho, então vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, e o hoje ministro Eliseu Padilha (Casa Civil).

“Teve um determinado momento, que eu me lembro bem, o Temer saiu da mesa, já no fim do jantar, e aí, eu, Cláudio e Padilha firmamos: ‘Oh, tá bom então. Vai ser doado dez, conforme você já acertou com o Cláudio, Padilha; desses dez, seis milhões vou direcionar para a campanha do Paulo, que ele me pediu, e vocês ficam com quatro para direcionar para os candidatos que vocês quiserem’”, declarou Marcelo.

“Não me lembro em nenhum momento de o Temer ter falado dos dez milhões, ter solicitado um apoio específico. Obviamente que fica aquela conversa de que: ‘Olha, a gente espera a contribuição de vocês; a gente tem aí um grupo que a gente precisa apoiar’”, ressaltou.

Caixa 2. A reportagem também teve acesso ao depoimento de Alexandrino Alencar, ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht, prestado no dia 6 de março. Ele afirmou que operacionalizou a entrega em espécie de R$ 21 milhões de caixa dois para três partidos aliados da chapa Dilma-Temer, que garantiram mais tempo de TV para a chapa.

A maioria dos recursos foi entregue em hotéis e flats em São Paulo, segundo ele. Os partidos beneficiados foram, de acordo com o depoimento, PRB, Pros e PC do B. Ao todo, contou o delator, cada um recebeu R$ 7 milhões. Ele menciona ainda mais R$ 4 milhões para o PDT, mas disse que outra pessoa da Odebrecht cuidou desta parte.

Pelo PRB, o interlocutor, relatou o delator, foi o atual ministro de Indústria e Comércio, Marcos Pereira. “Às vezes a pessoa, o partido, ficava num hotel e o recurso ia para o hotel, ou tinha um lugar fixo em São Paulo, um flat, onde as pessoas dos partidos iam lá buscar”, afirmou.

Segundo ele, havia uma demanda para a Odebrecht ajudar na “compra de partidos” em uma negociação com o petista Edinho Silva, então tesoureiro da campanha e hoje prefeito de Araraquara (SP).

“Teve uma reunião por volta de junho de 14, nos nossos escritórios, que estava presente o Edinho Silva, Marcelo e eu. Fomos os três. Então, veio uma demanda do então tesoureiro da chapa, Edinho Silva, nos solicitando a comparecer com esses cinco partidos”, afirmou o delator.

O PRB garantiu 1m1s de tempo, o PCdoB garantiu 1m12s, e o PROS, 45 segundos por dia de tempo na TV e no rádio.

Prazo. Herman Benjamin rejeitou pedido da defesa de Dilma para ampliar o período de alegações finais da defesa no caso. Com isso, o prazo termina hoje e o caso estará pronto para voto.

O Tempo/Liberdade FM – Foto – Divulgação




Diego Souza herda camisa 9 de Jesus e Dudu ganha a 7; veja numeração


Publicado em: 23/03/2017
 
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RIO DE JANEIRO – A CBF divulgou a numeração dos jogadores da seleção brasileira para o jogo desta quinta-feira, contra o Uruguai, em Montevidéu. Diego Souza herdou a camisa 9, que foi usada nos outros seis jogos das eliminatórias sob comando de Tite por Gabriel Jesus. O ex-palmeirense, hoje no Manchester City, está lesionado e por isso não foi convocado.

Jesus é o artilheiro do Brasil no torneio sul-americano, com cinco gols. Apesar de recebe um dos mais “nobres” números de camisa, Diego Souza começará no banco de reservas. O substituto será Roberto Firmino, que manteve o 21 de outras convocações.

Em todos os treinos realizados por Tite com o grupo completo, o atacante do Liverpool atuou o tempo todo no comando do ataque, à frente da linha de meio-campistas.

Outras novidades dessa lista, o atacante Dudu ficou com o mesmo número 7 de Douglas Costa, cortado por lesão no joelho, enquanto o meia Diego, do Flamengo, usará a camisa 20 que era de Lucas Lima, e o goleiro Ederson a 23 que pertenceu a Alex Muralha nos últimos jogos.

Veja mais informações sobre o próximo jogo do Brasil:

Local: estádio Centenário, em Montevidéu (URU)
Data e horário: quinta-feira, às 20h (de Brasília)
Escalação: Alisson, Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Marcelo; Casemiro; Paulinho, Renato Augusto, Philippe Coutinho e Neymar; Roberto Firmino
Pendurados: Daniel Alves, Miranda, Paulinho, Renato Augusto, Filipe Luís, Fernandinho e Giuliano
Arbitragem: Patricio Loustau, auxiliado por Diego Bonfa e Gustavo Rossi (todos da Argentina)
Transmissão: TV Globo (com Galvão Bueno, Casagrande, Ronaldo, Arnaldo Cézar Coelho, Tino Marcos e Mauro Naves), SporTV (com Milton Leite, Muricy Ramalho, Maurício Noriega e Alexandre Oliveira) e GloboEsporte.com (com pré-jogo especial a partir das 19h)
Tempo Real: no GloboEsporte.com, a partir das 19h

Globo Esporte/Liberdade FM – Foto – Divulgação




‘Espetáculo’ da Carne Fraca causou prejuízos para o país, avalia Temer


Publicado em: 23/03/2017
 
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BRASÍLIA – O Preesidente Michel Temer afirmou em entrevista gravada na tarde desta quarta-feira e levada ao ar à noite no programa do jornalista Roberto D’Ávila, na GloboNews, que o “espetáculo” da Operação Carne Fraca causou prejuízos para o país.

No início desta semana, ao discursar em um evento em Brasília, o presidente considerou “insignificantes” os números revelados pelas investigações e disse que o “grande alarde” da PF causou “embaraço” econômico para o Brasil.

Deflagrada pela Polícia Federal na semana passada, a operação investigou o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura em um esquema de liberação de licenças para frigoríficos sem a devida fiscalização. Ao todo, 33 servidores da pasta foram suspensos e 21 frigoríficos, investigados.

Desde que a operação foi deflagrada, diversos países, como a China, Hong Kong, Japão, Suíça e México anunciaram embargo à carne brasileira, seja de maneira geral ou somente às carnes produzidas pelos frigoríficos investigados.

“Não estamos aqui dizendo que, se houver irregularidade, não tem que ser punida, ao contrário. Isso [espetáculo] que não fez bem porque gerou um problema internacional. Eu próprio fui muitas vezes para a China […] e conseguimos introduzir a carne na China pouco a pouco, foi uma luta, não só minha, uma luta de mais [de] 20, 30 anos”, afirmou o presidente.

“De repente, faz-se um espetáculo com este episódio e cria um problema internacional. Nós exportamos para a China quase US$ 2 bilhões por ano e a China suspendeu agora [a importação da carne brasileira] por uma semana apenas, e apenas relativamente aos 21 frigoríficos [alvos da operação da PF]”, completou Michel Temer.

Em 2016, segundo dados do governo federal, a China importou US$ 1,75 bilhão em carne brasileira e Hong Kong, US$ 1,5 bilhão.

Ao ser questionado sobre se, em razão desse “espetáculo” da operação, cogitava trocar o atual diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, Temer disse não ver razão para isso.

Entidade defende operação

Na segunda (20), diante de críticas de representantes do governo e do setor agropecuário à Operação Carne Fraca, a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) divulgou uma nota na qual afirmou que há uma “orquestração para descredenciar as investigações de uma categoria que já provou merecer a confiança da sociedade.”

“A Operação Carne Fraca é de suma importância, uma vez que as empresas e servidores públicos envolvidos negligenciaram de forma grave a saúde dos consumidores”, acrescentava a entidade na nota.

Um dos principais argumentos do governo desde que a operação foi deflagrada é que, dos mais de 11 mil servidores do Ministério da Agricultura, somente 33 se envolveram no esquema investigado pela PF e, das 4,8 mil plantas frigoríficas, 21.

Outros temas

Saiba abaixo o que o presidente Michel Temer disse sobre outros temas na entrevista à GloboNews:

Lista fechada nas eleições
“Há tempos que sustentei sempre o chamado distritão, voto majoritário para eleição de deputados federais, representando estados. Essa tese não passou no Congresso e, neste momento, quando se pensou na lista, não tenho tanta simpatia pela lista fechada ou lista modelada, mista, que seja. […] Há muita resistência a isso. Se eu pudesse dizer, falaria que a melhor forma é do voto majoritário […] O fundo público só poderá ser destinado a partidos e não a candidatos.”

Popularidade
“Eu não pratico atos populistas. Eu faço distinção entre populismo e popularidade. Quando pratica atos populistas, são aquelas que agradam de imediato o povo, mas que são meio irresponsáveis, porque geram prejuízo posterior muito grande. A popularidade, não. A popularidade depende do que você faz hoje para ser reconhecido amanhã.”

Lula
“Quando fui visitá-lo, tomei a cautela de ligar para o doutor Calil e disse ‘consulte o Lula’ para ver se podia visitá-lo. Ele disse que receberia com muito gosto. Fui com vários ministros fazer uma visita. Na conversa que tivemos, ele disse que precisávamos conversar mais. […] Acho que os ex-presidentes deveriam conversar mais, disse ele. É fundamental você trazer experiência de quem já passou pela casa. Em um dado momento, vou verificar se há essa disposição e chamarei os ex-presidentes governar, não tenha a menor dúvida, para ajudar.”

‘Paternidade’ da transposição do rio São Francisco
“Discussões inúteis. O que importa é que a água chegou lá. […] Ao invés de discutir que a água chegou lá, discute quem é o pai. O Lula fez o trabalho dele, sem dúvida alguma, como fez a ex-presidente Dilma, com menor intensidade. […] Investimos muitos milhões para fazer a inauguração. Quem quiser ter a paternidade, que tenha. Eu não invoquei a paternidade, eu invoquei a paternidade de quem realmente a merece, que é o povo. O que disse é que existe dinheiro público, de impostos. […] A paternidade é do povo brasileiro.”

Servidores estaduais de fora da reforma da Previdência
“Só falhei em um ponto. Quando mandamos a reforma da Previdência, invadimos uma competência do estado membro da federação. Tirei tudo aquilo que é administração estadual, é a chamada competência residual do estado. Uma das poucas competências que o estado tem. Quando você em nível federal, em nível constitucional, fixa uma determinação para o estado agir desta ou outra maneira, você está interferindo na autonomia do estado. Sob o foco político, percebi que os deputados e senadores diziam que a pressão vem dos servidores locais e isso é matéria do governo local. Ontem [terça, 21] declarei que está matéria fica por conta dos estados.”

Idade mínima para aposentadoria
“Costumo dizer que sou exemplo claro como a precocidade é prejudicial para o sistema da Previdência. Passados 20 anos, nós estamos aqui trabalhando. […] Na época, a expectativa de vida era muito menor, a expectativa de vida aumentou muito e essa é uma das razões da reforma previdenciária.”

Governo Temer chega a 2018?
“Espero que sim. Por mim, sim. Eu sempre exerci tarefas difíceis. Ninguém nunca me entregou uma tarefa fácil. Conseguir fazer o que eu fiz no país. Prefiro ser fraco do que ser forte. Os que falaram ser forte destruíram o país. […] As pessoas confundem educação cívica, pessoal com eventual fraqueza. Não vou mudar meu jeito, não. Sempre deu certo assim, vou continuar assim.”

Volta para o Jaburu
“Nos primeiros quatro meses, eu era interino. Tenho seis meses de presidente efetivo. Resisti muito a ir para lá [Palácio da Alvorada] porque estava habituado ao Jaburu, que gosto muito. Quando insistiram muito para eu ir, pela questão simbólica, acabei indo, mas confesso que nós estranhamos muito. Fiquei uma semana lá e quase três noites sem dormir. Eu disse ‘melhor voltar para o Jaburu’ e deixo o Alvorada para recepções, encontros políticos. Estou muito feliz no Jaburu. Não sou supersticioso, mas também não deixo de acreditar em certas energias. […] Não me sentia à vontade, confesso, talvez pelo tamanho do palácio. Não quero dizer que é modéstia minha, mas se fosse pelo deslumbramento, eu ocuparia o Alvorada, cheio de possibilidades. Preferi ficar no Jaburu que me sinto mais confortável.”

 G1/Liberdade FM – Foto – Divulgação



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